NOTA EXPLICATIVA

O objectivo deste Blogue é encontrar descendentes e ascendentes da Família Coelho Magno.

Só pela divulgação e trocas de dados é que se consegue evoluir a pesquisa.

Caso alguém tenha aqui o seu nome ou conheça alguém que aqui tenha o nome, agradecia que me enviasse um mail ( magno.jc@gmail.com ) ou facebook. Também gostaria de saber a vossa opinião sobre o Blogue.

Caso alguém tenha ou possua outros elementos, queira corrigir dados, enviar fotos, todos estes pequeninos contributos serão bem vindos.

Podem comentar as várias postagens.

Caso algum familiar não queira aqui ver algum tipo de dado ou foto, deve comunicar para o seguinte mail magno.jc@gmail.com


O apelido MAGNO


O apelido MAGNO aparece através do meu avô materno Augusto Magno que nasceu às onze horas do 28 de Maio de 1914 em Roriz, Chaves, filho natural de Rita da Ressurreição (também aparece como Rita da Conceição) e de pai incógnito. Rita da Ressurreição tinha então vinte e um anos (nasceu em 15 de Março de 1893 em Roriz) e era filha de Estevão José da Cruz (nasceu em 4 de Junho de 1845 em Roriz) e de Ana Joaquina (nasceu em 17 de Novembro de 1847 em Orjais, S. Vicente). A minha bisavó Rita viria a casar em 30 de Dezembro de 1916 em S. Vicente, com António Manuel (nasceu em 1878 em Orjais, S. Vicente e faleceu em 8 de Novembro de 1918 em Roriz), estando casada cerca de um ano e 10 meses. 

E é aqui que começa e termina a origem do apelido MAGNO, mas também é aqui que começa a incerteza das vozes populares passadas de geração em geração, cada um contando o que ainda se lembra.
Uns dizem que o meu avô sabia quem era o seu pai, mas que não queria saber disso para nada, outros dizem que era o seu pai o seu padrinho, outros dizem que o seu pai teria morrido num acidente numas minas, outros dizem que o pai dele era dos lados de Vinhais …
Recentemente, em conversa com uma colega, ela referiu-me que o jornalista Carlos Magno (parece que o Magno é nome próprio) era de Nuzedo, do concelho de Vinhais e que aí tinham existido umas minas. Será assim tanta coincidência?
Vim para casa e comecei a minha pesquisa, como sempre, pela net e descobri alguns factos bastante interessantes, para além do apelido/nome próprio Magno.
Descobri que a referida mina se situa entre as povoações de Nuzedo e Ervedosa e que começou a sua laboração no início do século XX, através desta maravilhosa tese de mestrado da Dr.ª Celina Maria Busto Fernandes, As Minas de Ervedosa (1906-1969). Para surpresa minha, nesta obra aparece na página 86 no boletim de minas de 1913 que ocorreram 10 feridos devido a causas diversas e na página seguinte no ano 1914 houve um acidente causando morte por desabamento.
Será … uma luz infinitamente pequena todas estas coincidências? Resta-me apelar às pessoas mais idosas, um esforço às suas memórias, e tentar encontrar documentos desta data, onde conste a data do acidente e se por ventura existem nomes, uma vez que o acidente deve ter ocorrido depois de Agosto de 1913. Todos os testemunhos serão bem-vindos.

2 comentários :

Anónimo disse...

olá família Magno, penso que haja um equivoco com o nome do jornalista Carlos Magno Castanheira, realmente ele é de Nuzedo de Baixo, mas o Magno não é apelido. O apelido dele seria FONTES CASTANHEIRA, no entanto se quiserem pesquisar, o Pai dele é o Srº Carlos Castanheira, vive em Nuzedo de Baixo, está de optima saúde e é a melhor pessoa na Aldeia para falar sobre a mina, é um optomo conversador.
Ass: Licínio Fontes

euroluso disse...

Havia ou há em Argemil descendentes de um senhor com o apelido de Magno, como o seu avó, de Roriz.