NOTA EXPLICATIVA

O objectivo deste Blogue é encontrar descendentes e ascendentes da Família Coelho Magno.

Só pela divulgação e trocas de dados é que se consegue evoluir a pesquisa.

Caso alguém tenha aqui o seu nome ou conheça alguém que aqui tenha o nome, agradecia que me enviasse um mail ( magno.jc@gmail.com ) ou facebook. Também gostaria de saber a vossa opinião sobre o Blogue.

Caso alguém tenha ou possua outros elementos, queira corrigir dados, enviar fotos, todos estes pequeninos contributos serão bem vindos.

Podem comentar as várias postagens.

Caso algum familiar não queira aqui ver algum tipo de dado ou foto, deve comunicar para o seguinte mail magno.jc@gmail.com


Expostos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

Antes de mais aproveito para dar os parabéns à Santa Casa da Misericórdia pelo excelente trabalho desenvolvido ao longo dos séculos no apoio aos mais vulneráveis, de entre os quais constam muitos dos nossos antepassados.

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Nesse sentido e tendo tido conhecimento do espólio do Arquivo da Santa Casa da Misericórdia, solicitei informações à SCML sobre estes meus antepassados.

Dois desses antepassados são:

Placídio (4.º avô do Ricardo e Catarina);
1 – Livro Matrículas Varões n.º 95 de 1864 n.º 824 – folhas 275. Foi baptizado a 2 fevereiro 1864 – n.º 248 – folhas 42 do Livro de Entradas/Baptismo de 1864.

2 – No Livro 18 de Vestir – folhas 18; 
a) Aos 3 fevereiro 1864 se entregou o exposto supra a Maria Martinha cc António Francisco Rosa, trabalhador, morador nos Casais dos Claros, freguesia de São Paulo de Amor, Concelho de Leiria.
b) Transferido a 26 novembro 1864 para Josefa Paula cc Joaquim Martinho trabalhador morador no lugar da Bocinheira, freguesia de São Paulo de Amor, Concelho de Leiria.
c) Transferido a 24 fevereiro 1865 para Maria Joaquina viúva moradora no lugar dos Pretos, freguesia de Nossa Senhora da Luz da Matriz do Concelho de Leiria.
d) Transferido a 18 março 1867 para Francisca de Jesus cc Manuel Francisco, trabalhador, natural de Codiceira, Santa Catarina da Azoia - Leiria.







Clementina (4.º avó do Ricardo e Catarina);
1 – Livro Matrículas Fêmeas n.º 75 de 1861 n.º 1041 – folhas 331. Foi baptizada a 8 abril 1861- n.º 820 a folhas 142 – verso do Livro de Entradas/Baptismos de 1861.

2 – No Livro 31 de Vestir – folhas 72 verso; 
a) Aos 8 abril 1861 se entregou a dita exposta a Joaquina Ascenso casada com José de Mattos Ferreira, serrador, morador nos Casais Garridos, freguesia de São Miguel do Juncal – Concelho de Porto-de-Mós.
b) Transferida em 9 julho 1865 para Maria Ginja cc Gabriel de Carvalho, carpinteiro, moradores nos Casais de Além, freguesia de São João Baptista, Concelho de Porto de Mós.






1.ª Guerra Mundial

No site do Arquivo Digital do Ministério das Finanças encontram-se disponíveis dois cadernos com a Relação nominal dos Soldados portugueses mortos na 1.ª Guerra Mundial. Nestes dois cadernos constam as pensões de sangue a pagar aos herdeiros dos soldados mortos na 1.ª Grande Guerra.

Em 20-11-1919 foi solicitada a pensão de preço de sangue de António Rodrigues Machado, pelos seus pais, Francisco Rodrigues Machado e Bárbara de Jesus. Consta como nota que António Rodrigues Machado tinha como profissão soldado com o n.º 389 da 2.ª Companhia de Infantaria 14, natural de Viseu e que o motivo da Morte tinha sido ferimentos recebidos em combate, tendo feito parte do Corpo Expedicionário Português, tendo falecido em França e sepultado no cemitério de La Gorgue.
No mesmo registo verifica-se que a pensão terminou de ser paga em 30-03-1931, que coincide com a morte de Francisco Rodrigues Machado (11-02-1931).  (ver fonte)

No segundo caderno podemos verificar que o valor atribuído pela morte de um filho na 1.ª Guerra Mundial era de 94$80 e foi atribuída aos pais que tinham a idade de 54 anos o pai e 51 anos a mãe, em 10-09-1917, data do falecimento do filho.

  

Sepultura António Rodrigues Machado - Cemitério em Richebourg

Aproximam-se as comemorações da 1.ª Guerra Mundial (1914-1918). E também neste grande e triste evento a família Coelho esteve presente. Foi em 10 de setembro de 1917 que o irmão do avô Manuel Rodrigues Machado, António Rodrigues Machado (nosso tio-avô) nascido em 22 de junho de 1893 em Nespereira, Mundão, Viseu faleceu por terras de França. Até ontem só sabia que o soldado era identificado pela placa 15806 e pertencia à Infantaria 14 (Viseu) e se encontrava sepultado no cemitério em Richebourg, França, na campa C-2-2. Recebi fotos da sua campa que aqui partilho com todos. Espero que fiquem emocionados como eu fiquei ao receber esta preciosidade, e logo nesta altura de dor que a família passa ... Simples coincidências!? 









Ver publicação anterior
Eternamente agradecido pelas fotos ao Afonso Da Silva Maïa.

Mariana

Registo de Baptismo de Mariana (8.º tia-avó dos meus filhos) que nasceu em 1675 filha de Antão de Campos Coelho e de Maria das Candeias.


Transcrição "Aos vinte e cinco dias de fevereiro de 1675 anos batizou o padre João Fernandes capelão desta Santa Sé a Mariana filha de Antão de Campos morador na sua Quinta de Gumirães e de Maria das Candeias, solteira moradora na rua Escura desta cidade. Foram padrinhos o padre António Dias desta cidade e Feliciana de Almada e por ser verdade fiz este era ut supra. O padre André João Fernandes."

Antão de Campos Coelho (9.º avô dos meus filhos) era filho de Francisco de Campos Coelho (10.º avô dos meus filhos) e de Maria Teixeira de Seixas e Azevedo. Deste Antão de Campos Coelho só apareciam dois filhos João de Campos Coelho Loureiro (8.º avô dos meus filhos) e o António (8.º tio-avô dos meus filhos), como se pode verificar no livro Ascendência Viseenses de Manuel Abranches de Soveral 


Cartão de Imigração de José Rodrigues Coelho

Cartão de Imigração de José Rodrigues Coelho nascido a 10-11-1930 filho de Manuel Rodrigues Machado e de Maria Guilhermina. Imigrou por volta de 1950 para o Brasil, tendo casado em 2-10-1952 com Inah Ribeiro, no Rio de Janeiro.
A ficha foi passada em 11-01-1952 com carácter permanente e inclui uma foto dele com apenas 22 anos, ainda solteiro e de profissão pedreiro. Consta ainda a sua assinatura. 
O documento sugere que o passaporte foi emitido em 13-10-1951.


Esta carta de imigração foi encontrada no site do Family Search.

Manuel Lopes Junior (1903-1943)

Manuel Lopes Junior, filho de Manuel Lopes e de Joana de Jesus, nasceu em 4 de Maio de 1903 em Cabeças, Azoia, Leiria e faleceu em 4 de Julho de 1943 em S. Paulo, Brasil.
Casou com Emília Clementina em 30 de Setembro de 1925 na Igreja de Azoia, Leiria. Viria a ficar viúvo em 18 de Dezembro de 1928, a sua esposa viria a falecer de tuberculose pulmonar, e deixando um filho, Manuel Lopes Junior, meu avô, com cerca de 3 anos e nove meses.
Em 11 de Abril de 1929 o meu bisavô pede o passaporte para o Brasil, deixando o filho ao cuidado do meu trisavô, seu pai Manuel Lopes.
De 1929 a 1943 as únicas memórias até então eram duas fotos que o meu avô guardava religiosamente consigo, sempre na sua carteira.



Com a descoberta da certidão de óbito (uma verdadeira agulha no palheiro), fiquei a saber mais um pouco deste período do meu bisavô.
Fiquei a saber que se encontra sepultado no Cemitério de Vila Mariana em S. Paulo e que também faleceu com tuberculose pulmonar; que a última morada em S. Paulo foi na Rua Auriverde, no n.º 30 (por curiosidade a mesma rua onde viveu o Presidente do Brasil, Lula da Silva) e que tinha como profissão ferroviário. 

Quem procedeu ao registo de óbito foi um senhor chamado José Lourenço Novo que desconheço por completo qual a relação com o meu bisavô, no entanto declara um dado novo muito importante, que foi o fato de dizer que o meu bisavô deixava um filho de nome José com 8 anos de idade, tendo então nascido por volta de 1935.

Começa agora outra aventura, a de responder a algumas questões:
  • Quem era o declarante José Lourenço Novo ?
  • O meu bisavô era viúvo da primeira esposa Emília Clementina, ou terá casado com a senhora da foto ou com outra mulher ?
  • Quem é e o que aconteceu com o meu tio-avô José ?
  • Quem é a mãe do meu tio-avô José ?
  • Porque o declarante não referiu o filho que o meu trisavô tinha em Portugal ?
  • O que aconteceu à casa na Rua Auriverde ?
  • Onde trabalhava o meu bisavô ?
  • Quanto tempo esteve internado no Hospital ?
  • Qual a campa onde está sepultado ?

O meu obrigado a todas as pessoas que contribuíram para esta maravilhosa descoberta, muito em especial ao meu primo Otávio Lopes, à prima do meu tio Márcia Henriques Semedo e a uma Amiga muito especial Sónia Aparecida Caetano da Costa responsável por encontrar a certidão de óbito.

Passaporte - Lázaro Albino Fernandes

O Arquivo Distrital de Vila Real disponibilizou os livros de registo de passaporte. Lá encontrei o pedido de passaporte de Lázaro Albino Fernandes, único irmão da minha avó materna Maria da Trindade. Foi para o Brasil com 19 anos.
Aqui fica o pedido de passaporte com fotografia.

Roriz

O meu avô Augusto Magno nasceu em 28 de Maio de 1914 em Roriz, Chaves, filho de pai incógnito e de Rita da Ressurreição (natural de Roriz), neto materno de Estevão José da Cruz (natural de Roriz) e de Ana Joaquina (natural de Orjais).

 Interior da Igreja
 A capela
A casa que foi do meu trisavô Estevão
A casa que foi da minha bisavó Rita
 A casa com o pátio
As traseiras da casa que foi da minha bisavó Rita

O apelido MAGNO


O apelido MAGNO aparece através do meu avô materno Augusto Magno que nasceu às onze horas do 28 de Maio de 1914 em Roriz, Chaves, filho natural de Rita da Ressurreição (também aparece como Rita da Conceição) e de pai incógnito. Rita da Ressurreição tinha então vinte e um anos (nasceu em 15 de Março de 1893 em Roriz) e era filha de Estevão José da Cruz (nasceu em 4 de Junho de 1845 em Roriz) e de Ana Joaquina (nasceu em 17 de Novembro de 1847 em Orjais, S. Vicente). A minha bisavó Rita viria a casar em 30 de Dezembro de 1916 em S. Vicente, com António Manuel (nasceu em 1878 em Orjais, S. Vicente e faleceu em 8 de Novembro de 1918 em Roriz), estando casada cerca de um ano e 10 meses. 

E é aqui que começa e termina a origem do apelido MAGNO, mas também é aqui que começa a incerteza das vozes populares passadas de geração em geração, cada um contando o que ainda se lembra.
Uns dizem que o meu avô sabia quem era o seu pai, mas que não queria saber disso para nada, outros dizem que era o seu pai o seu padrinho, outros dizem que o seu pai teria morrido num acidente numas minas, outros dizem que o pai dele era dos lados de Vinhais …
Recentemente, em conversa com uma colega, ela referiu-me que o jornalista Carlos Magno (parece que o Magno é nome próprio) era de Nuzedo, do concelho de Vinhais e que aí tinham existido umas minas. Será assim tanta coincidência?
Vim para casa e comecei a minha pesquisa, como sempre, pela net e descobri alguns factos bastante interessantes, para além do apelido/nome próprio Magno.
Descobri que a referida mina se situa entre as povoações de Nuzedo e Ervedosa e que começou a sua laboração no início do século XX, através desta maravilhosa tese de mestrado da Dr.ª Celina Maria Busto Fernandes, As Minas de Ervedosa (1906-1969). Para surpresa minha, nesta obra aparece na página 86 no boletim de minas de 1913 que ocorreram 10 feridos devido a causas diversas e na página seguinte no ano 1914 houve um acidente causando morte por desabamento.
Será … uma luz infinitamente pequena todas estas coincidências? Resta-me apelar às pessoas mais idosas, um esforço às suas memórias, e tentar encontrar documentos desta data, onde conste a data do acidente e se por ventura existem nomes, uma vez que o acidente deve ter ocorrido depois de Agosto de 1913. Todos os testemunhos serão bem-vindos.

A - Manuel Lopes Junior e B - Laura da Conceição

Última homenagem aos meus avós paternos.


1 - Manuel Lopes Júnior e Laura da Conceição
2 - Filhos ( 1 )
3 - Netos ( 2 )
4 - Bisnetos ( 4 )
* Até à presente data


1 Manuel Lopes Junior (1925 - 2008) Nasceu: 18 de Março de 1925, Azoia, Leiria - Casou: 07 de Agosto de 1946, Azoia, Leiria - Faleceu: 27 de Novembro de 2008, Azoia, Leiria. Faleceu com 84 anos.
+ Laura da Conceição (1925 - 2011) Nasceu: 16 de Abril 1925, Azoia, Leiria - Faleceu: 19 de Junho de 2011, Azoia, Leiria. Faleceu com 86 anos.
...... 2 Manuel da Conceição Lopes (1947 - ) Leiria
...... + Zulmira da Trindade Magno (1948 - ) Argemil, Travancas, Chaves
............ 3 José (1968 - ) França
............ + Isabel (1967 - ) Pousos, Leiria
.................. 4 José Emanuel (1994 - ) Leiria
.................. 4 Diana Isabel (2001 - ) Leiria
............ 3 João Cláudio Magno Lopes (1970 - ) Plessis Trevise, Val de Marne, França
............ + Elsa Maria Ferreira Coelho Magno (1969 - ) Rio de Loba, Viseu
.................. 4 Ricardo Alexandre (1995 - ) Sé Nova, Coimbra
.................. 4 Catarina Alexandra (2001 - ) Sé Nova, Coimbra

Inventários Orfanológicos de Manuel Lopes Junior

Manuel Lopes Júnior nasceu em 18 de Março de 1925, Azoia e faleceu em 27 de Outubro de 2009, Azoia, filho de Manuel Lopes Junior e de Emilia Clementina.

Inventário por parte da mãe

1929 – Maço 6 n.º 25 
Inventariado – Emília Clementina – Codiceira, Azoia – Faleceu em 18-12-1928, na Codiceira com 24 anos – Faleceu de Tuberculose Pulmonar
Viúvo – Manuel Lopes Junior

Único Filho – Manuel Lopes Junior – 3 anos

Conselho de Família
Manuel Lopes, Cabeças, Viúvo
Luís Lopes, Cabeças, Casado
Custódio de Sousa Monteiro, Casado
José Carreira Branco, Codiceira, Casado
Luís da Silva Dias, Codiceira, Viúvo

N.º 1
Um talho de vinha e árvores de fruto, no sítio da cruz de S. Silvestre, limite de Vale do Horto, que faz parte de norte com António Ferreira Urbano, de Vale do Horto, sul José Bernardes, de Leiria, nascente com Joaquim de Sousa Monteiro e poente com Herdeiros de Raúl dos Santos, Vale do Horto. Avaliado em 3000$00

Herdou 1500$00      ½ do prédio

Inventário por parte da avó materna

Inventariado - Clementina de Jesus, casada, faleceu em 9-10-1932, na Codiceira
Viúvo – Placido dos Santos

Filhos –
1. Maria Clementina, Solteira, maior
2. Maria José Clementina, casada com Aires dos Santos
3. Emília Clementina, falecida antes da inventariada casada com Manuel Lopes Júnior (ausente em parte incerta no Brasil, sendo aquela representada pelo seu filho (neto da inventariada) Manuel Lopes de 10 anos que vive com o avô e tutor Manuel Lopes das Cabeças, Azoia.

Conselho de Família
João Carreira, Codiceira, Viúvo
Joaquim Henriques Melo, Codiceira, Casado
João Henriques Melo, Codiceira, Casado
José Costa, Codiceira, Casado
Domingos dos Santos, Codiceira, Casado
Manuel Lopes, Azoia

Móveis
N.º 1 – Uma cama de bancos de madeira, uma mesa de pinho, uma cadeira em mau estado e um balseiro de pinho com a capacidade de 1000 litros. Avaliado em 27$50
N.º 2 – Uma casa de habitação, adega e um talho de terra de semeadura que serve de quintal no lugar da Codiceira, freguesia de Azoia, que confronta com de norte com Joaquim Carreira Branco, do sul com António Lourenço, de nascente com Herdeiros de José da Silva Caetano e de poente com caminho público. – Avaliado em 800$00
N.º 3 – Uma terra com vinha no sítio do Outeiro do Marco, dita freguesia que confrontam do norte e nascente com caminho público, do sul com Maria Melo e do poente com estrada municipal. – Avaliado em 700$00

Passivo
N.º 1 – Deve a Manuel Casaca, Azoia – 300$00 (empréstimo sem documento)
N.º 2 – Deve a Júlia Pascoa, Codiceira – 150$00 (empréstimo sem documento)
N.º 3 – Deve a José Ferreira Bernardino, Azoia – 74$00 (gastos no estabelecimento)
N.º 4 – Deve a António Venâncio Neto, Azoia – 36#30

Manuel Lopes não concorre à Herança
Mapa de partilha – Manuel Lopes 1/6 do N.º 1 – 5$00 e 1/3 do N.º 2 – 268$00 – Total 273$00
Dívidas pagas - 1/6 – 93$383. Pagou 170$85 de custas.


Inventário por parte do avô paterno

Inventariado – Manuel Lopes, viúvo, faleceu em 25-11-1943, nas Cabeças, casado com Joana de Jesus (faleceu em 27-11-1926)

Filhos
1. Maria Júlia Ferreira, viúva de Joaquim Martinho, falecido antes do ora inventariado, vice em Lisboa, na rua do Alvito, n.º 91, 1.º Andar, lado esquerdo
2. Maria Júlia de Oliveira, casada com Manuel de Oliveira Morgado, residente nas Cabeças
3. Rosinda Ferreira, casada com Joaquim Francisco, Cabeças
4. Edvinges Ferreira, casada com Joaquim Monteiro, Cabeças
5. Manuel Lopes Junior, viúvo de Emília Clementina, falecida antes do ora inventariado e ele ausente em parte incerta no Brasil
6. O declarante, Joaquim Lopes, casado com Júlia da Conceição Marques, residentes nas Cabeças

Conselho de Família
José Carreira, Cabeças, casado
José Maria Pires, Cabeças, casado
Joaquim Lopes de Almeida, Cabeças
José Monteiro de Sousa, Cabeças, viúvo
José Henriques da Cunha, Azoia, casado

Em 5 de Fevereiro de 1944 o padre António Francisco Pereira comunica ao Juiz que desconhece a actual residência de Manuel Lopes Junior, viúvo

Em 1 de Fevereiro de 1944 o regedor Afonso Ferreira Bernardino informa que o individuo em questão há muitos anos que se encontra no Brasil em parte incerta e segundo informação de um vizinho faleceu à cerca de 2 meses.

Declaração de bens
N.º 1 – 1/3 parte de um casal composto de uma casa de habitação, adega, eira de cal e palheirão, no lugar das Cabeças, de norte e nascente com António Lopes, sul e poente com Placido Norberto Ferreira dos Santos (art, urbano 171 e rústico 635ª) – Avaliado em 3347$60
N.º 2 – Um pinhal no sítio da Bufara, limite das Cabeças, confronta de norte e nascente com caminho público, sul com José Francisco e poente com Manuel Francisco (matriz n.º 802) – Avaliado em 167$20

Curador dos ausentes (Manuel Lopes Junior) foi José Carreira, das Cabeças, casado.

Manuel Lopes – verba N.º 2 – imóvel e licitação – 201$00 e recebe de Joaquim Lopes – 416$16


Testamento de Catarina Domingues

Encontrei esta grande preciosidade, um Testamento datado de 1805, da minha minha 6.ª avó pelo lado materno, Catarina Domingues nasceu por volta de 1715 em Orjais, São Vicente, Chaves, filha de João Domingues e de Catarina Fernandes ambos naturais de Orjais. Casou  com Manuel Domingues. Desta relação nasceu o meu 5.º avô Manuel Domingues em 15 de Maio de 1756 em Argemil que casou com  Maria da Assunção natural de Tinhela e tiveram 10 filhos, dos quais o meu tetravô José António Aguieiras que nasceu em 2 de Março de 1800 em Argemil. Este meu tetravô casou duas vezes, a primeira em 1824 em Travancas com Maria José, e a segunda com Genoveva Maria natural de Mairos. Do segundo casamento nasceu a minha trisavó Maquelina de Jesus que nasceu em 5 de Abril de 1851 em Argemil.

Certidão de Óbito

Argemil
Catarina Domingues

No dia quatro de Dezembro do ano de mil oitocentos e cinco faleceu Catarina Domingues viuva de idade de noventa anos pouco mais ou menos, moradora que foi no lugar de Argemil anexa desta freguesia de S. Bartolomeu de Travancas de Monforte, Bispado de Bragança, recebeu os Santos sacramentos da Penitência e extrema unção e as indulgências competentes para o artigo de morte tudo administrado por mim ... ... na conformidade de que morreu e então não recebeu o Sacramento da Sagrada Eucaristia por estar impossibilitada da garganta mas já o tinha recebido muitas vezes, por ter estado entrevada e ainda de pouco tempo, e no dia seguinte foi sepultada na Igreja Matriz de Travancas envolta em hábito com ofício do corpo presente conforme o dispôs em seu testamento que fiz e vai copiado logo abaixo, e por ser verdade o assino.

O Cura Manuel António Vaz de Narge

Testamento com que faleceu Catarina Domingues viuva do lugar de Argemil desta freguesia de Travancas.
Em nome de Deus Amem e sendo o ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e cinco aos dezanove dias do mês de Janeiro neste lugar de Argemil termo da vila de Monforte de Rio Livre e casa da morada de Catarina Domingues viuva que ficou de Manuel Domingues ..., estando a sobreddita doente mas em seu perfeito juízo e temendo-se da morte por se achar alcançada na idade, e da conta que havia de dar a Deus disse-me queria fazer seu testamento para cujo efeito me logou a mim Luís António de Araújo do lugar de S. Vicente o que eu fiz pela maneira seguinte: primeiramente ...ela testadora que quando Deus for servido levada desta vida presente lhe encomendava sua alma pois ... com seu precioso sangue ela havia de julga no dia do juízo e pedia à Virgem Nossa Senhora fosse sua Advogada e interceptora diante de seu ... filho, e a todos os Anjos e Santos da Corte do Céu fossem seus interceptores na hora da morte; mais disse que seu corpo fosse sepultado na Igreja Matriz de S. Bartolomeu de Travancas donde era freguesia; mais disse que seu corpo fosse envolto em hábito de S. Francisco; mais disse que deixava um ofício de Corpo presente dos Clérigos que se puderem achar; mais disse que deixava cento e cinquenta missas por sua alma e vinte e cinco de tenção tudo por sua vez somente; e mais disse deixava os seus aumentos de móveis e ... de raiz e casas e tudo o que houver dentro delas, verde e seco desde que seu marido feleceu até à hora do seu falecimento a seus filhos e nora, a saber Manuel Domingues, Gabriel Domingues e Maria da Assunção. Em correspondência disto tudo deixa a seu filho António Domingues de Travancas trinta alqueires de Pão centeio e dez almudes de vinho e ...presunto. E mais disse deixava a seu neto Manuel João filho de Manuel Domingues o que lhe pertencia na terra do Vale de Marques? e tudo o que lhe pertencia no lameiro da ?ial com seu tojal e mais o que rpertence na terra daquela banda parte com João Gonçalves e com Francisco Barreira isto é se se ordenar e não se ordenando será tudo isto para qualquer outro irmão que se ordene e se nenhum se ordenar o partirá o dito seu neto e os mais irmãos que tiver. E mais disse deixava a seus filhos e nora, Manuel Domingues, Gabriel Domingues e Maria da Assunção à sua sorte de vinha chamão? o bacelo com suas oliveiras e árvores parte com Gonçalo Domingues de Orjais. E mais lhe deixava aos mesmos o que lhe pertence na vinha de Orjais que é a ?orte melhor que vai ter às casas de Domingas viuva de Orjais e mais o que lhe pertence na ... ... e dou de seu irmão Francisco com suas videiras e a sua parte dos castanheiros das Porfitas com seu terrado e mais seis castanheiros que estão à ... partem com Manuel Luís tudo isto limite de Orjais e mais a ... parte das casas do lado da Capela e a sua parte do pátio e horta com o lagar e a sua parte do lameiro de Baixo com sua ... a fonte do porto limite de Argemil e mais do mesmo sitio no lameiro de cima o que lhe pertence de paredes a dentro com suas árvores e masi a sua parte do ... do Vale do Souto e mais a sua parte do terreio daquela banda de Cima da Cortinha dos herdeiros parte com Jacob Rodrigues e com Domingos Rodrigues e mais a sua parte do linhar do fundo da Veiga tudo isto acima de ... aos ditos seus filhos e nora, Manuel Domingues, Gabriel Domingues e Maria da Assunção tudo em correspondência do trabalho que tiveram de a aturar e a ... ... velhice e enfermidades e pelo ... amor de Deus. Mais disse que deixava a seu filho António Domingues de Travancas a sua parte do linhar da fonte limite do mesmo Travancas parte com a ... e mais a sua parte do Castanheiro em Orjais por cima das casas de João Domingues. E mais disse deixava a seus netos filhos de António Domingues a sua parte da terra do .... E mais disse deixava a seus netos filhos de Manuel Domingues o que lhe pertencia no terreio do Vale de ... da portela para .. com seus castanheiros. E mais disse deixava a seu filho Gabriel Domingues a sua parte da Veiga parte com ele mesmo e com João Gonçalves. E mais disse deixava a seus netos de Travancas o que lhe pertence nos Castanheiros da .... Mais disse deixava por seu testamenteiro a seu filho Manuel Domingues e que lhe deixava pelo seu trabalho a sua parte do lameiro da Chousa? Velha e na sua falta a seu filho Gabriel Domingues.  ... disse que todas estas ... e ... que deixa a seus filhos Manuel Domingues, Gabriel Domingues e sua nora Maria da Assunção na forma da ... do seu terço e dela se pagarão todos seus legados ... e profanos e dividas que .... E mais disse que ... por seus universais herdeiros a seus filhos Manuel Domingues, Gabriel Domingues e António Domingues de Travancas que partam tudo ... tudo quanto ... se achar na hora do seu falecimento depois de todas suas esmolas e deixar serem pagas e entregues. ... disse que dava o testamento por bem feito e acabado firme valioso e por ... outro qualquer ... feito ... em .. fora dela ... que valha na melhor forma do Direito e pede se cumpra e guarde com ... e por não querer que se ... esta sua última vontade me logou a mim que lho fiz e que rogo .. o que fiz e assinei hoje dia, mês e ano ..., eu Luís António de Araújo. E foi aprovado o tal testamento e fechado pelo ... no mesmo dia, mês e ano atrás declarado com todas as circunstâncias .. e por ele assinado com o sinal público de que era com as Testemunhas José Vieira que fez nome; Francisco José Teixeira de Tinhela fez cruz; João Rodrigues do Outeiro fez cruz; João António solteiro fez cruz; Francisco Bernardo fez cruz; António Manuel Barreira fez nome, todos de Argemil e a rogo da testadora Bento José Alves dos Santos escrivão deste concelho. E foi aberto pelo Ministro segundo a ... de que fizeram termo. E não consta de mais o tal testamento que aqui finalmente ... ... ... e para ... me ... Travancas, sete de Dezembro de mil oitocentos e cinco anos.  





Soutochao


André Fernandes e Ana Maria (também aparece como Ana Preta - apelido muito comum de origem judaico - ver cristãos novos)

Os meus tetravós nasceram em Soutochao, no séc XIX (antes de 1825). Até ao momento só registei o nome de um filho, o meu trisavô António José Fernandes que nasceu em Soutochao no ano de 1845.

António José Fernandes casou em Aveleda, S.Vicente, Chaves com Ana Maria, em 28 de Setembro de 1868. Tiveram 7 filhos.

Francisco dos Reis - nasceu em 06-01-1871 em Aveleda e casou com Maria da Cruz em 15-4-1901 em Aveleda

Vitorino dos Reis - nasceu em 18-10-1873 em Aveleda

José Manuel - nasceu em 14-1-1875 em Aveleda e faleceu em 17-7-1897 em Aveleda - Solteiro

Lázaro José - nasceu em 23-3-1878 em Aveleda e faleceu em 4-2-1954

Isabel Maria Fernandes - nasceu em 15-1-1881 em Aveleda e casou com Manuel António Rodrigues em 8-7-1903 em Aveleda (Dispensados em 2.º Grau de Consanguinidade - primos). Faleceu em 6-9-1954

Albino da Graças Fernandes - nasceu em 10-9-1883 em Aveleda e faleceu por volta de 1933 em Argemil. É o meu Bisavô.

Maria - nasceu em 10-4-1886 em Aveleda e faleceu em 10-11-1967 em S. Vicente.

Segundo, a Vânia Fernandes, minha mais recente prima descoberta (trineta de Francisco dos Reis), falta acrescentar os nomes de um Vicente, uma Adelaide e uma Constança. Se assim for tiveram 10 filhos.
Disse-me que o Lázaro José não deixou descendentes, que a Maria era conhecida com "Maria da Surreira" e  a Constança morreu cedo e também não deixou descendentes. 
O meu obrigado à Vânia Fernandes pelo contributo.

O Mistério das Assureiras

Para melhor compreender este mistério temos de recuar no tempo até 1851, ano em que nasce Maquelina de Jesus. (minha trisavó)

Maquelina de Jesus, nasceu em 5 de Abril de 1851 em Argemil, filha de José António Aguieiras (Argemil) e de Genoveva Maria (Mairos). Casou com Manuel dos Santos de Sousa no dia 5 de Maio de 1880 em Argemil.

Manuel dos Santos de Sousa nasceu em 24 de Outubro de 1854 nas Assureiras, Águas Frias, Chaves filho de Alexandre José de Sousa e de Rosa Maria de Melo ambos das Assureiras.

Foram morar para as Assureiras, como consta dos registos paroquiais dos 3 filhos.

  • José António - nasceu em 11-2-1881 - ainda não encontrei mais nenhum registo
  • Augusto - nasceu em 26-3-1883 e viria a falecer em 12-8-1884
  • Adelaide da Glória - nasceu em 24-12-1884 e viria a falecer em 22-7-1914

Manuel dos Santos de Sousa viria entretanto a falecer no dia 19-4-1885 nas Assureiras com apenas 30 anos.

Notas - como não aparece um inventário orfanológico pressupõe-se que o José António tenha falecido antes da morte do pai.

A viúva Maquelina de Jesus continua a viver nas Assureiras e tem uma filha natural a quem dá outra vez o nome de Adelaide da Glória. Esta Adelaide da Glória nasceu em 1-4-1888 nas Assureiras.

Um ano depois, em 17 de Agosto de 1889 viria a falecer a Maquelina de Jesus com 38 anos nas Assureiras.

Nota - Segundo a certidão do óbito, diz que deixou filhos e não fez testamento. Logo é estranho que tendo a filha pouco mais de um ano, também não apareça o inventário orfanológico.

Entretanto a Adelaide da Glória vem a casar com Albino das Graças Fernandes e tiveram 2 filhos:

  • Lázaro Albino Fernandes
  • Maria da Trindade

Adelaide da Glória também teve uma vida curta, tendo falecido em 22 de Julho de 1914 em Argemil, com apenas 26 anos.

Nota - Na certidão de nascimento da minha avó Maria da Trindade aparece como avô materno José Martins das Assureiras.

A dita casa das Assureiras






A partir daqui são meras suposições. Dizem que a Adelaide da Glória veio viver para Argemil, para casa dos avôs maternos.
Também se fala de uma casa nas Assureiras que segundo fontes populares é envolta de mistérios. Fala-se de traições e de gente muito poderosa ...
No entanto podemos referir que esta família perdeu os entes queridos muito novos.

Se alguém souber mais alguma coisa sobre esta família ou esta casa agradecemos informações.

Albino das Graças Fernandes

Albino das Graças Fernandes nasceu em 10 de Setembro de 1883 em Aveleda, S. Vicente, Chaves. Faleceu por volta de 1933 em Argemil, Travancas, Chaves. (meu bisavô)


Casou com Adelaide da Glória, filha de pai incógnito (José Martins) e de Maquelina de Jesus, tendo nascido em 01-4-1888 em Assureiras, Águas Frias, Chaves. Viria a falecer em 22 de Julho de 1914 em Argemil.
Deste casamento tiveram dois filhos.
  • Lázaro Albino Fernandes - Nasceu em 1909 em Argemil e foi para o Brasil quando completou 18 anos. Faleceu no Brasil.
  • Maria da Trindade - Nasceu em 7-4-1912 em Argemil e faleceu em 22-8-1998 em Chaves. Casou com Augusto Magno em 253-1937 em Roriz. (minha avó)


Casou segunda vez com Balbina. Tiveram os seguintes filhos (meus meios tios-avós):
  • Manuel
  • Vitorino - Casou com Virginia e tiveram os seguintes filhos: Albino, Balbina, Manuel, Alice, Marquinhas, Alcina, Isolina, Pedro, Adozinda e Feliciano
  • Vicente - Teve os seguintes filhos: Graça, Marilia, Celina, Américo, Amilcar, Ivo e Lurdes.
  • Maximino José - Nasceu em 14-2-1928 em Argemil - Teve os seguintes filhos Dora Teixeira, Benedita Fernandes, Ovídio, Aquilino, Maximino, Heitor, Modesto e o Vicente.
  • Mariana - Faleceu com 3 anos

Estes dados foram recolhidos com a ajuda da Dora Teixeira e da Benedita Fernandes a quem desde já agradeço com muito carinho. Qualquer alteração é só comunicarem e se tiverem fotos ainda melhor.

Augusto Magno e Maria da Trindade


Foto de Augusto Magno e Maria da Trindade

Foto dos filhos

As fotos foram enviadas pela Tia Marina Semedo a quem desde já agradeço. Quem tiver mais fotos antigas agradecíamos o seu envio.

Linhagem

Fica aqui provado a descendencia dos meus filhos pela parte materna. Até aqui possuo em meu poder todas as certidões que provam este ramo até Francisco de Campos Coelho. A ascendência de Francisco de Campos Coelho já existe, bastando para tal consultar o site do GENEA ou variadas bibliografias como o "Nobiliário das Famílias de Portugal" de Felgueiras Gayo; a "Pedatura Lusitana - Nobiliário de Famílias de Portugal" de Cristovão Alão de Moraes; "Ascendências Viseenses" de Manuel Abranches de Soveral.

Assim fica provada a ligação ao brasão dos Coelhos, por parte de Egas Moniz (o aio); a D. Afonso Henriques (1.º Rei de Portugal); a Hugo Capeto (Rei dos Francos); Guilherme I de Inglaterra; Fernando I (Rei de Leão e Castela); Imperador Carlos Magno.

1 Francisco de Campos Coelho (1603 - )
+ Maria Teixeira de Seixas e Azevedo (1606 - 1639)
...... 2 Antão de Campos Coelho
...... + Maria Lopes de Loureiro
............ 3 João de Campos Coelho Loureiro (1660 - ) Viseu
............ + Maria Trindade
............ + Francisca de Almeida ( - ) Macieira, Sul
.................. 4 Rosa Margarida de Campos Coelho (1690 - ) Viseu
.................. + Manuel Pereira ( 1738 e 1741 - ) S. Cristóvão, S. Pedro de France
........................ 5 João Pereira (1741 - ) n: 27-Nov-1741 Nespereira, Mundão, Viseu
........................ + Ana de Almeida (1749 - ) n: 28-Dec-1749 Casal, Mundão, Viseu, c: 14-04-1771 Nespereira
.............................. 6 Francisco de Almeida Pereira (1775 - ) n: 09-04-1775 Nespereira
.............................. + Tomázia Francisca Bicheira (1772 - 1862) Nespereira, c: 30-01-1803 Nespereira, f: 26-12-1862 Nespereira
.................................... 7 Joaquina Maria Bicheira (1803 - 1886) n: 09-07-1803 Nespereira, f: 14-01-1886 Nespereira
.................................... + Bernardo Marques (1804 - 1874) n: 25-05-1804 Sanguinhedo de Cota, c: 20-10-1824 Nespereira, f: 27-12-1874 Nespereira
.......................................... 8 Maria Joaquina Bicheira (1839 - 1913) n: 26-07-1839 Nespereira, f: 10-05-1913 Catavejo
.......................................... + Bernardo Pereira Coelho (1837 - 1913) n: 09-06-1837 Nespereira, c: 08-10-1867 Nespereira, f: 24-05-1913 Catavejo
................................................ 9 Maria da Nazaré (1876 - 1931) n: 06-04-1876 Qta da Carniceira, f: 20-05-1931 Rio de Loba
................................................ + António de Almeida Peixe (1872 - 1948) n: 20-04-1872 Travassós de Baixo, c: 06-08-1899 Rio de Loba, f: 17-11-1948 Viseu
...................................................... 10 Maria Virginia de Almeida Peixe (1902 - 1990) n: 21-08-1902 Travassós de Baixo, f: 02-05-1990 Viseu
...................................................... + Casimiro Filipe Ferreira (1909 - 1967) n: 23-12-1909 Vila Cova, Sátão, c: 27-07-1935 Viseu, f: 08-05-1967 Rio de Loba
............................................................ 11 Ana de Almeida Ferreira Coelho (1944 - ) n: 02-09-1944 Travassós de Baixo
............................................................ + Custódio Coelho Rodrigues (1942 - ) n: 11-11-1942 Britamontes, c: 08-04-1967 Rio de Loba
.................................................................. 12 Elsa Maria Ferreira Coelho Magno (1969 - )
.................................................................. + João Cláudio Magno Lopes (1970 - )
........................................................................ 13 Ricardo Alexandre Coelho Magno (1995 - )
........................................................................ 13 Catarina Alexandra Coelho Magno (2001 - )
.............................. 6 Ana Almeida (1788 - ) n: 20-07-1788 Nespereira
.............................. + José Rodrigues Machado (1792 - ) n: 18-12-1792 Vila de Moinhos, S. Salvador
.................................... 7 António Rodrigues Machado (1833 - 1904) n: 21-03-1833 Nespereira, f: 24-02-1904 Nespereira
.................................... + Ignácia Gomes de Azevedo (1833 - 1905) n: 11-05-1833 Nespereira, c: 07-01-1861 Nespereira, f: 13-02-1905 Nespereira
.......................................... 8 Francisco Rodrigues Machado (1863 - 1931) n: 28-12-1863 Nespereira, f: 11-02-1931 Nespereira
.......................................... + Bárbara de Jesus (1866 - 1932) n: 06-12-1866 Vila Cova, Sátão, c: 02-09-1890 Vila de Igreja, Sátão, f: 15-09-1932 Nespereira
................................................ 9 Manuel Rodrigues Machado (1907 - 1988) n: 01-03-1907 Nespereira, f: 14-01-1988 Nespereira
................................................ + Maria Guilhermina (1907 - 1985) n: 07-02-1907 Britamontes, Mundão, Viseu, c: 06-02-1930 Nespereira, f: 03-10-1985 Britamontes
...................................................... 10 Custódio Coelho Rodrigues (1942 - ) n: 11-11-1942 Britamontes
...................................................... + Ana de Almeida Ferreira Coelho (1944 - ) n: 02-09-1944 Travassós de Baixo, c: 08-04-1967 Rio de Loba
............................................................ 11 Elsa Maria Ferreira Coelho Magno (1969 - )
............................................................ + João Cláudio Magno Lopes (1970 - )
.................................................................. 12 Ricardo Alexandre Coelho Magno (1995 - )
.................................................................. 12 Catarina Alexandra Coelho Magno (2001 - )

Festa de Britamontes

Realizou-se este fim de semana, dias 5, 6 e 7 de Junho a Festa de Britamontes em homenagem à Santissima Trindade.

No Domingo realizou-se a Missa, na Capela de Britamontes, seguida da Procissão.



Aqui ficam as fotos dos andores.






Aos mordomos desejamos os mais sinceros parabéns e felicidades. O nosso Obrigado.